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Investir em imóveis continua mais vantajoso que as aplicações em renda fixa e poupança

A temporada de juros com taxas historicamente reduzidas a patamares recordes durou apenas seis meses. Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a taxa básica de juros da economia, Selic, voltou a subir, retomando o nível
registrado em outubro de 2012, de 7,5% ao ano. Ponto para os fundos de renda fixa que investem em aplicações atreladas ao CDI – próximas à taxa Selic –, que vão ficar mais rentáveis. A reviravolta, porém, não deve ter grandes influências sobre o mercado imobiliário, que continua figurando como uma das melhores alternativas para fazer um bom pé de meia.

“Imóveis têm apresentado, historicamente, rentabilidade muito maior do que qualquer aplicação financeira”, observa Ariano Cavalcanti de Paula, conselheiro da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG). Ele pondera que, mesmo com a acomodação pela qual o mercado de compra e venda de imóveis vem passando desde 2012, os apartamentos continuam se valorizando acima da inflação. “O preço médio do apartamento fechou 2011 em R$ 308.832. Já no ano passado, este valor subiu para R$ 379.224, uma variação de 22,8%, o que corresponde a uma taxa bruta ao mês de 1,73%”, calcula Ariano Cavalcanti.

Ainda que em menor ritmo, 2013 deve manter o bom desempenho dos últimos anos. “Para o final deste ano, estimo que o valor médio do apartamento chegue a R$ 436 mil ,segundo a pesquisa que fazemos com base no Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Isso significa um avanço de 15%, com taxa efetiva mensal de 1,17%”, avalia. Segundo destaca, esta continua sendo a grande vantagem da compra de imóveis para locação: ganhar tanto na valorização do empreendimento como no pagamento do aluguel.

No caso de unidades residenciais, o ideal para os investidores que optarem por essa alternativa de investimento é procurar empreendimentos de até R$ 500 mil, faixa de preço que registra as melhores taxas de rentabilidade. “Imóveis de luxo têm uma performance mais baixa de locação por conta da demanda reduzida”, alerta Ariano. As versões até R$ 500 mil podem garantir retorno de 0,4% a 0,5% ao mês apenas se considerada a cobrança do aluguel. Para contratos comerciais, esse percentual pode ser ainda mais interessante, principalmente em se tratando de lojas. “No caso de uma unidade muito boa, pode ser de até 0,7% ao mês, já que lojas são mais raras e possuem um apelo comercial maior.

QUASE R$ 9 MIL A MAIS 

Em simulação realizada com exclusividade para o Estado de Minas (veja quadro na página 2), Ariano considerou um investimento de R$ 400 mil em três situações: renda fixa, poupança e imóvel. Se levadas em conta as duas frentes de rendimento proporcionadas pelo imóvel (valorização e aluguel) , é possível ganhar R$ 8,6 mil a mais todos os anos, tirando o montante da poupança e comprando um empreendimento, percentual 2% superior.

Se o recurso for retirado de um fundo de renda fixa como os CDBs, os fundos DI e o tesouro direto, os ganhos podem ser R$ 7,3 mil superiores. “É preciso observar que foi considerada a valorização do imóvel à semelhança da inflação. Mas, como esses empreendimentos vêm mostrando ganhos acima do índice, esta diferença pode cobrir, inclusive, os períodos de vacância”, lembra Ariano.

Com informasções do site http://gestor-imobiliario.blogspot.com.br

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